A loja pronta não sabe o que é fornada, e o ERP genérico não sabe o que é assinante. No meio fica você, com a planilha.
Como é hojeCom o TorraHub
01Seu café sai na saca, no balcão e no WhatsApp, e a margem fica com quem revende.
A loja no seu domínio e o clube fazem do cliente final um cliente seu, com nome, histórico e recompra.
02Você paga o anúncio e entrega o clique a um site lento, montado em modelo pronto.
A loja da Aya mede 86/100 de velocidade no celular: a 1ª entre as 19 lojas de café que medimos.
03A história do lote (fazenda, altitude, processo, nota) fica no Instagram e some da página que vende.
Cada café tem a ficha de origem e o laudo sensorial na página, com a data da torra ao lado do preço.
04Você encomenda a torra, e o custo do pacote não fecha com a tarifa por quilo e a perda.
A tarifa é por quilo de verde e a fornada é lançada com o que voltou. O custo do pacote sai certo.
05Todo mês você monta à mão o pedido de cada assinante, com café, moagem, endereço e frete.
O cartão é cobrado sozinho, cada entrega vira pedido e o assinante pausa, pula ou troca o café na área dele.
06Cafeteria e empório pedem pelo WhatsApp, e o pedido se perde no meio da conversa.
O atacado tem preço por cliente e portal próprio: a cafeteria pede sozinha e o pedido já entra com a nota.